Serviços > Ouro Preto

Minas Gerais reúne uma multiplicidade de atrativos, repletos riquezas

históricas, naturais e culturais

Ouro Preto

 

CIRCUITO DO OURO
 

Uma boa parte da história da mineração do ouro no século XVIII, na
Capitania das Minas, o barroco e o rococó na decoração dos seus templos, as
valiosas peças de seus acervos tornam Ouro Preto um museu a céu aberto, um
templo da tradição e cultura mineira.
Sua história começa com a sede de um mulato que, ao ir beber água no ribeirão
Tripuí, encontrou uns “granitos cor de aço”. Não sabendo do que se tratava,
guardou-as. Chegando em São Paulo, vendeu-as para Miguel de Souza e as pedras
acabaram por chegar às mãos do governador Artur de Sá Menezes. Descobre-se,
então, que se tratava de ouro. O mineral de desejo da Coroa Portuguesa era,
mais uma vez, encontrado nessa capitania, que se mostrava tão pródiga.
A época era de grande movimentação nas vilas paulistas, principalmente na de
Taubaté, onde bandeiras se organizavam para a aventura no sertão, que acenava
com ricas minas de ouro. Era a chance da fortuna fácil que brotava do seio da
mãe terra. Era o que ansiava a bandeira de Antônio Dias, encontrar o Tripuí e seu
ouro preto. Os granitos cor de aço eram, na realidade, pepitas de ouro
encobertas com uma camada de paládio. A referência para encontrar o Tripuí era
um curioso pico que os indígenas chamavam de ITA CORUMIM. No amanhecer do dia
24 de junho de 1698, dia de São João, Antonio Dias avistou o pico que passaria
a ser conhecido por Itacolomi. Ali começava a história da Vila Rica do Pilar do
Ouro Preto. Pessoas afluíam de todas as partes, do reino e da colônia. A região era
extremamente rica. Povoados foram surgindo ao longo dos riachos, arraial da Boa
Morte, arraial do Bom Sucesso, arraial de Antônio Dias e outros. Em 8 de julho
de 1711, todos esses arraiais foram unificados na Vila Rica do Pilar do Ouro
Preto. A fama da Vila ia crescendo. A cada dia mais pessoas iam chegando, casas
e capelas iam surgindo. No ano 1721, passa a ser a capital da Capitania das
Minas Gerais. Como uma das conseqüências da Sedição de Vila Rica, a capital é
transferida da Vila do Ribeirão do Carmo (Mariana). Por 176 anos, passando pelas
administrações, colonial, imperial e republicana, Ouro Preto foi a capital.
Após a independência, em 24 de fevereiro de 1823, ganhou o título de Imperial
Cidade de Ouro Preto. Apesar da decadência da mineração, a cidade prosseguiu o
seu curso. A Vila Rica já não mais existia, entrava-se na era Ouro Preto. Havia
perdido sua base econômica, mas não o posto de capital administrativa da
Província de Minas Gerais.
A partir daí, vários fatos marcaram a vida da cidade. Na área da educação,
através de Lei Mineira de nº 140, era instalada ali, em 1839, a primeira escola
de farmácia do Brasil, a funcionar independente das faculdades de medicina. O
Liceu Mineiro foi criado em 1854; o Ginásio Mineiro, em 1892; e o Lyceu de
Artes e Oficios, em 1897. Mas, a grande ação nessa área foi a criação da Escola
de Minas, em 12 de outubro de 1876, pelo Decreto Imperial nº 6026.
Na cultura, tem-se a circulação do jornal Abelha do Itacolomi, primeiro jornal
Ouropretano, aliás, o primeiro da Capitania, que começou a circular em 14 de
janeiro de 1824. No ano seguinte, era a vez do Universal começar sua
circulação. Em 1831, foi inaugurada a Biblioteca Pública. Dentro desse desejo
de melhorar as atividades culturais, sociais e científicas da cidade, em 1825
foi inaugurado o Jardim Botãnico.
O desenvolvimento, aos poucos, ia chegando à capital da província. Uma estação
da Companhia das Linhas Telegráficas do Interior foi instalada em 1871 e a
comunicação com a capital do Império passa a ser feita com certa rapidez. Uma
novidade fabulosa começava a funcionar em julho de 1886 - a telefonia. Linhas
telefônicas ligavam o palácio do governo às repartições públicas. No dia 23 de
julho de 1889, D.Pedro II desembarcava com D. Teresa Cristina, a princesa
Isabel e o príncipe D.Pedro Augusto na estação ferroviária de Ouro Preto. Era a
inauguração oficial do tráfego ferroviário. Não era a primeira vez que o
Imperador visitava a cidade, pois, em março de 1881, já havia feito uma visita
oficial. Seu pai também esteve na cidade por duas vezes: a primeira, em 1822,
ainda como príncipe regente, e a segunda, em 22 de fevereiro de 1831,
acompanhado da imperatriz D.Amélia de Leuchtenberg.
Para aprimoramento de raças eqüestres, foi criada uma coudelaria, no ano de
1819, no distrito de Cachoeira do Campo, no prédio onde funcionou o antigo
quartel dos Dragões do Rei. Outras atividades econômicas durante o século XIX
na cidade foram a produção do chá, da amora e a criação do bicho da seda.
Exatamente um ano antes da Proclamação da República, 15 de novembro de 1888,
era realizado em Ouro Preto o 1º Congresso do Partido Republicano Mineiro. Em
1889, José Cesário de Faria Alvim assumia, no velho palácio dos governadores, o
cargo de primeiro governador de Minas do período republicano.
No dia 12 de dezembro de 1897, era inaugurada a nova capital do Estado, Belo
Horizonte. Ouro Preto deixava de ser a capital.
A cidade foi visitada pelo grupo dos modernistas em 1924, que buscavam pelo
interior do país as raízes de uma verdadeira cultura brasileira. Era o início
da valorização da arte colonial mineira.
Cidade Monumento Nacional. Este título, um grande ganho para a cidade, lhe foi
conferido pelo decreto nº 22.928, de 12 de julho de 1933. Eram as primeiras
medidas concretas para a preservação de tão importante patrimônio.
A partir da década de 50, com o desenvolvimento do turismo, Ouro Preto passou a
receber cada vez mais visitantes. Restaurações começaram a ser feitas, museus
foram organizados, o comércio foi se desenvolvendo, restaurantes foram abertos,
festivais culturais foram preparados.
O merecido reconhecimento aconteceu em 1980, quando ganhou da UNESCO o título
de Patrimônio da Humanidade, sendo, inclusive, a primeira cidade brasileira a
receber esse título. Esse espetacular patrimônio é símbolo de história, arte,
tradição e, com toda certeza, arrebata quem o visita. Para quem vem a Minas
Gerais, Ouro Preto é, realmente, uma visita imperdível.
 

Fonte: Portal Descubraminas


 

ATRATIVOS NATURAIS:


 

Cachoeira do Falcão: Distrito da Chapada

• Cachoeira dos Três Pingos: Próximo do povoado de Lavas Novas

• Cachoeira dos Três Moinhos: Distrito da Chapada

• Castelinho: Localizado na região da Chapada. Conjunto de rochas
sobrepostas de tal maneira que se tem a impressão de estar em frente de um
castelo.

• Distrito de Cachoeira do Campo: 22 km

• Estação Ecológica do Tripuí: A estação foi criada para preservar o
Peripatus Acacioi, espécime primitivo invertebrado, considerado um fóssil vivo.
Abriga outras espécies ameaçadas de extinção, entre elas, a lontra, o macaco
sauá e o pavó (pavãozinho do mato). Área 392 hectares. Altitude média
1.100metros. Está aberta à visitação para escolas e grupos somente mediante
autorização prévia. Agendar com no mínimo 20 dias de antecedência. Contato em
Belo Horizonte pelo telefone (31) 3295-7005/: 9961-2181

• Garimpo de Topázio: O único garimpo de Topázio Imperial do Mundo.
Localizado em Antônio Pereira.

• Gruta da Lapa: Distrito de Antônio Pereira. Gruta em rocha calcaria.
Possui seis ou mais salões ligados entre si por frestas ou corredores. Precisa
de autorização para entrar.

• Parque Estadual e Pico de Itacolomi: Saída para Saramenha 15km. Quinta
à Domingo - 8:00 às 17:00 Informações: (31) 8835-7260. www.parquedoitacolomi.com.br

• Parque Municipal da Cachoeira das Andorinhas: Saída para Morro da
Queimada - 8km



ATRATIVOS HISTÓRICOS / CULTURAIS:



• Capela São João Batista: A capela fica localizada no Morro São João, nos
arredores de Ouro Preto, antigo arraial de Ouro Fino. É o mais antigo templo de
Ouro Preto. Possivelmente foi construída em 1698 pelos primeiros moradores
dessa região, que participaram da bandeira de Antônio Dias. Construção de
Canga. Morro de São João - sem horário fixo para visitação- Tel. 3551.5047.

• Capela de N. Sra. Da Piedade: A capela localiza-se no Morro da
Queimada, nos arredores de Ouro Preto e é a última das que foram construídas na
Serra de Ouro Preto, no antigo Arraial de Ouro Podre, incendiado, por ocasião
da revolta chefiada por Felipe dos Santos, em 1720. Essa data coincide com a
inscrição que se lê na penha da cruz do alto da empena, acima do telhado, que é
certamente uma data de conclusão da obra. É uma das capelas mais antigas de Ouro
Preto e com características do primeiro estilo situada num platô e circundada
pelas ruínas negras e calcinadas do arraial, no Morro de Pascoal da Silva. A
construção em canga, sob a forma de matações é marcante dos primeiros anos do
século XVIII e do local; à semelhança das capelas de Sant’Ana e São João,
igualmente no Morro da Queimada, mas com a diferença de que os guarnecimentos
de portas e janelas são em cantaria.

• Capela de Sant’Ana: A capelinha é uma das três que foram construídas
no início da fundação de Ouro Preto. Está em ambiente pedregoso, próximo às
ruínas da casas dos Paulistas. Ali, ergueu-se o primeiro arraial contemporâneo
do Padre João Faria Fialho. Em 1720, por ocasião do incêndio ordenado pelo
Conde de Assumar, ela já existia e, até hoje, está conservada. Missas aos
Domingos, às 9h. Visitação: Consultar a paróquia de Santa Efigênia 3551-5047

• Capela de São José: Localizada na rua Teixeira do Amaral, s/n°. A
capela fica num terrapleno artificial, contido por muros de pedras, que já sofreram
danos, em época remota, exigindo um trabalho de contenção em concreto armado,
com atiramento e revestimento da pedra da região. Começou a ser construída após
1752, só sendo concluída após 1811. Substitui a primeira primitiva capela de
1730. O risco do retábulo da capela-mor e da torre são do Aleijadinho, que foi
juiz da irmandade. A Irmandade do Patriarca São José foi fundada na Matriz de
Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias. Por provisão de Dom Frei Antônio de
Guadalupe, foi confirmada em 1730, quando já possuía capela própria. Abrigou,
então, a imagem do Senhor dos Passos, que teve que deixar a Matriz do Pilar,
por motivo de obras. Em 1785, foram executadas obras no madeiramento da
cobertura e muro de arrimo. Até o século XIX a fachada permaneceu a mesma até
que, em 1856, a Irmandade resolveu alterá-la. Foram trazidas do Itacolomi as
pedras para os cunhais da torre, e os enquadramentos das janelas, e executado
novo telhado.

• Capela de São Sebastião: Localizada no Morro São Sebastião, nos arredores
de Ouro Preto. Há pouca documentação sobre a construção desta capela. Suas
características e proporções indicam, entretanto, obras dos meados do século
XVIII. Há algumas informações quanto a obras e reparos, feitos em 1837. A
pintura interna data de 1886 e a instalação do altar-mor, em 1898. A data de
1724, assinalada pelo Cônego Trindade como sendo da construção da capela, que
denomina São Sebastião do Ouro Podre, é alterada para 1776, “quando se mudou
para o morro”, o que indica uma reconstrução em outro lugar.

• Capela de Bom Jesus das Flores do Taquaral: A capela fica na Rodovia
dos Inconfidentes, Km 4 - Taquaral. Foi construída em 1748 no arraial do Ouro
Fino, em substituição à capela primitiva de taipa. Primeiramente sob a
invocação de Nossa Senhora do Pilar, teve seu nome alterado para Bom Jesus das
Flores do Taquaral, em 1855.

• Capela de N. Sra das Dores do Monte Calvário: Localizada na rua Dr.
Tenente Pereira, no bairro Antônio Dias. Foi construída no período de 1768 a
1788, por portugueses da irmandade Dolorosa de Braga. A capela é feita em
alvenaria de pedra e elementos de cantaria aparente. A frontaria é dividida em
três corpos, pelos cunhais e duas pilastras, e encimada por um entablamento
curvo na parede central, dando lugar ao óculo trilobado. A portada decantaria é
encimada por decoração em estuque, com o emblema da padroeira. Atualmente,
acima do entablamento, há um frontão curvilíneo, pesado e desgracioso, com uma
sineira central, encimado pela cruz e com dois coruchéus de alvenaria e reboco
no eixo dos cunhais. Havia anteriormente uma torre central, de alvenaria, que
se arruinou e desmoronou, abrigando, assim, a sineira no frontão. A obra dos
altares e retábulos é simples, mas a capela possui algumas imagens, de origem
portuguesa e mineira, bem como uma banqueta de talha em madeira e duas
credencias de época Dom João V, de excelente qualidade. A nave tem arcadas e
tribunas com balaustradas, influência portuguesa do Minho.

• Capela do Padre Faria: A capela fica localizada na rua Padre Faria,
s/n°,Construída em 1710, quando abrigou a confraria dos brancos do Rosário,
expulsa da grande irmandade do Rosário pela maioria dos pretos, sendo
reedificada e enriquecida. Missas: terças, quartas e quintas, às 7h; domingos,
às 19h30.

• Capela do Senhor do Bonfim: Localizada na rua Antônio de Albuquerque,
42, antida rua da Glória. Além da devoção popular, essa capela desempenhava uma
função sinistra: aos condenados à morte pela forca era permitido ali assistir à
missa, antes de sua execução. Segundo a tradição, foi assim que Felipe dos
Santos assistiu a missa antes de morrer no patíbulo e ter o corpo esquartejado
e seus restos sangrentos arrastados através dos bairros de Ouro Preto, por
cavalo bravio.

• Casa da Câmara: Faz parte do acervo paisagístico da praça Tiradentes.
Em 1862 era propriedade do conselheiro José Pedro Dias de Carvalho. Foi
adquirido para servir de Câmara, que funciona até hoje no prédio. Atualmente
abriga também um posto de informações turísticas.

• Casa de Cláudio Manoel da Costa: A casa do advogado, poeta e
inconfidente Cláudio Manoel da Costa passou às mãos do governo português após a
Inconfidência Mineira. No Império, serviu de moradia ao Presidente da Província
de Minas Gerais, Bernardo Pereira de Vasconcellos. Atualmente é residência
particular. Localização: Rua Carlos Thomáz, 6 – Centro

• Casa de Tomás Antônio Gonzaga: A grande e bela casa onde viveu o
ouvidor e inconfidente Dr. Tomás Antônio Gonzaga sedia hoje a Secretaria de
Turismo, Industria e Comércio. Para quem tem a curiosidade de visitar uma casa
setecentista, essa antiga residência é uma boa oportunidade, já que é possível
visitá-la nos horários de funcionamento da Secretaria. Estas casas são
surpreendentes, pois as proporções da largura da fachada, sempre tão estreitas,
contrastam com áreas profundas. Inclusive, essa casa possui uma área chamada de
”jardim suspenso“. Também é estratégica a sua localização. Das sacadas do
segundo andar, tem-se uma excelente vista da célebre Igreja da Ordem Terceira
de São Francisco de Assis e da Igreja de Santa Efigênia. Um ótimo ângulo para
fotografias. Dr. Tomás Antônio Gonzaga viveu nessa casa apenas no período em
que exerceu seu cargo de Ouvidor. Quando foi preso, Vila Rica já possuía outro
magistrado, que ocupava o imóvel destinado à residência dos Ouvidores. Sabe-se
que o inconfidente continuava a residir na mesma rua, mas não se sabe em que
casa. Dr. Tomás já havia sido designado para o cargo de desembargador para a
Capitania da Bahia.

Rua Cláudio Manoel (antiga rua do Ouvidor) 61.

• Casa dos Contos, Museu da Moeda e do Fisco: A Casa dos Contos de Ouro
Preto destaca-se no acervo histórico fazendário de Minas Gerais. No século
XVIII foi propriedade do rico contratador João Rodrigues de Macedo,
administrador dos impostos da Capitania de Minas Gerais e uma das maiores
fortunas da época, tendo sido palco de episódios da Inconfidência.
Posteriormente, foi sede do Erário Régio da Secretaria da Fazenda da Província
de Minas Gerais, da Prefeitura de Ouro Preto, dos Correios e Telégrafos. Hoje,
como Museu, acolhe a agência da Receita Federal e o Centro de Estudos do Ciclo
do Ouro R. São José, 12– segunda-feira das 14h às 18:00h; terça-feira a sábado
das 10h às18h;domingo e feriado das 10h às 16:00h. tel.: 3551.1444

• Coluna Saldanha Marinho: Pilar de pedra antigamente alocado na praça
da Independência (atual praça Tiradentes). Foi inaugurada em 1867. Encontra-se
atualmente na praça Amadeu Barbosa, no bairro Barra.

• Estátua de Tiradentes: A estátua foi erigida segundo decreto de 1891
da Constituinte Mineira e inaugurada em 21 de abril de 1894. O italiano
Virgilio Cestari é o autor do projeto. As peças em granito foram feitas no Rio
de Janeiro e os ornamentos em bronze, na Argentina.

• Fundação de Arte de Ouro Preto: Instituição foi criada em 1969 por
iniciativa do poeta Vinícius de Moraes, do historiador Afonso Ávila e da atriz
Domitila do Amaral. Tem como objetivo promover e dar incentivo às atividades
culturais e turísticas na cidade. Nesta casa funcionam a administração,
biblioteca, cursos de história da arte e galeria. Rua Getúlio Vargas 185.

• Igreja Bom Jesus de Matozinhos: Sabe-se que a capela era dedica a
Santíssimos Corações de Jesus, Maria, José, Senhor dos Matozinhos e São Miguel
e Almas. Possui portada do Aleijadinho e pinturas de Ataíde. R. Alvarenga – 3º
a sáb. de 13h às 17h dom de 8h às 10h

• Igreja das Mercês e Perdões: igreja é um edifício com grossas paredes
de pedras, com cunhais de cantaria. Está situada no alto de uma colina, na rua
das Mercês – Bairro de Antônio Dias. Teve sua construção concluída em 1772,
sendo reconstruída em meados do século XIX. Além dos cunhais há mais duas
pilastras, dividindo a fachada em três corpos. R. das Mercês - sem horário
fixo. Não há missas.

• Igreja das Mercês e Misericórdia: A igreja teve sua construção
iniciada em 1773 em substituição à que existia no mesmo local. Quando
concluída, teve a fachada modificada para dar lugar à torre central, de autoria
do mestre Manuel Francisco de Araújo.Mercês de Acima R. Padre Rolim - 3º a sab-
13h “as 16h45m fixo para visitação. Tel. 3551.4735

• Igreja de N. Sra. do Pilar e Museu de Arte Sacra: Pça. Monsenhor
Castilho Barbosa/

3a à Dom. de 9h às 10h45m e de 12h às 16h tel: 3551-4735

• Igreja de Santa Efigênia: Sua construção é datada de 1720 a 1785.
Segundo a lenda essa igreja foi construída por Chico Rei e sua tribo, com o
ouro tirado da mina da Encardideira. Talha de Francisco Xavier de Brito e
supervisão técnica de Manuel Francisco Lisboa. Vista panorâmica da cidade.A
Igreja de Santa Efigênia fica situada no topo de uma colina e acessível por
ladeira íngreme, abrange uma larga visão sobre a cidade. Ao chegar ao alto da
ladeira, há que subir 42 degraus de uma ampla escadaria de pedra em dois
lances, fechada na base por uma grade e portão. A igreja está situada sobre uma
plataforma e tem um anexo, do lado esquerdo, o portão do cemitério da
Irmandade, obra que deve ser um acréscimo do século XIX. R. Santa Efigênia - 3a
á dom. de 8h30m às 16h30m

• Igreja N. Sra. do Carmo: Localizada no antigo Morro de Santa Quitéria,
à rua Brigadeiro Musqueira, s/n°. A igreja começou a ser construída em 1766,
porém concluída em 1772. Encontram-se nessa igreja umas das últimas obras de
Aleijadinho e de Athaíde.Projeto de Manuel Francisco Lisboa. Antes de 1766,
existia uma capela erigida pelos devotos de Santa Quitéria.R. Brigadeiro
Musqueira

• Igreja N. Sra. do Rosário: Substituiu a primitiva capela, datada de
1709, na qual, de 1731 a 1733, esteve guardado o Santíssimo Sacramento da
Paróquia, quando da construção da Matriz do Pilar. O traçado circular é ponto
alto da arquitetura barroca mineira. Autoria da planta em ovais intersecantes
desconhecida. Risco do frontispício e da empena atribuído à Manuel Francisco de
Araújo.Largo do Rosário – 3º a dom- 12h as 16h45m.

• Igreja N.S. dos Pardos e Capela Padre Faria: aberto de 8h às 12h.

• Igreja São Francisco de Assis: Reúne a arquitetura e escultura do
maior de todos os artistas brasileiros, Antônio Francisco Lisboa, chamado ”o
Aleijadinho“, e pintura do mais importante pintor mineiro: Manuel da Costa
Ataíde.Teve sua construção iniciada em 1766 pela Ordem Terceira de São
Francisco de Assis, a primeira ordem terceira criada em Ouro Preto, que remonta
a 1745.Largo do Coimbra - 3a a dom. das 8h30m às 11h45m e das 13h30m às 16:45h.
Tel: 3551-3282.

• Igreja São Francisco de Paula: Construída de 1804 a 1898. Trata-se da
construção mais recente de Ouro Preto, cujo projeto, de autoria do sargento-mor
Francisco Machado da Cruz, manteve-se praticamente inalterado quando de sua
conclusão. Vista panorâmica da cidade. Morro da Piedade - aberto de 3a a sab de
9h às 11h e de 13h30m às 16h45m e dom 12h às 16h45m.

• Matriz de N. Sra do Pilar: A Igreja Matriz é a segunda mais rica do
país, com aproximadamente 434 quilos de ouro. Arquitetura em estilo barroco.
Erguida em torno de capela dos primeiros anos do século XVIII, sob invocação de
Nossa Senhora do Pilar. Inaugurada em 1733, apesar de não estar concluída.
Planta atribuída ao arquiteto Pedro Gomes Chaves. Abriga hoje o Museu de Arte
Sacra de Ouro Preto, que reúne imagens, documentos e algumas das vestimentas
usadas na celebração do Santíssimo Sacramento.

• Matriz de N. Sra. da Conceição de Antônio Dias: Localizada na Praça
Antônio Dias, s/nº. Para chegar à igreja saindo da Praça Tiradentes, basta
descer a rua Cláudio Manoel (ou rua do Ouvidor), rua Bernardo Vasconcelos até a
Praça Antônio Dias. A construção da Igreja Matriz foi iniciada em 1727 e
concluída em 1746, onde existia a capela de Nossa Senhora da Conceição
construída por Antônio Dias em 1699. Projeto e construção de Manuel Francisco
Lisboa, pai do Aleijadinho, ambos aí sepultados. Abriga ainda o Museu do
Aleijadinho, com obras do artista. 3ª a dom. de 8h30 às 11h45 e das 13h30 às
16h45

• Mina Chico Rei: Localizada nos fundos do quintal de uma propriedade
particular, a mina encontra-se bem conservada. As galerias escavadas na terra
ramificam-se em inúmeras outras, algumas bastantes baixas, necessitando que os
visitantes andem curvados. Um dos percursos de visitação é iluminado o outro
não. Nas paredes da mina encontram-se cavidades (cada uma pertencia a um
escravo) onde era depositado o ouro recolhido durante o dia.R. Dom Silvério, 108.
Tel: 3551.1749 diariamente de 8h às 17h.

• Mina da Passagem: R. Eugênio E. Rapallo, 192 - Tel: 31-3557.5000.

• Mina Fonte Meu Bem Querer: Interessante mina que provavelmente
pertenceu a Felipe dos Santos (ver "Liberdade"). Nela é possível
constatar os veios de ouro e os vestígios de árvores (petrificadas) que
existiram na região há milhões de anos. Entrada paga. Visita guiada.
Localização: próxima à capela do Padre Faria.

• Mina Velha: Como o nome diz é uma das mais antigas minas de Ouro Preto
(1704). Possui quilômetros de túneis, hoje em grande parte interditados, onde o
turista pode perceber o esforço descomunal para se retirar o metal precioso da
montanha. Pertenceu provavelmente a Felipe dos Santos. Pode-se ver também os
veios de ocre (utilizado em pinturas) e malacacheta. Localização: Rua Santa
Rita 21

• Museu Aleijadinho: Localizado na Matriz de Nossa Senhora da Conceição
de Antônio Dias. O museu de arte sacra que reúne, dentre várias, peças
atribuídas ao artista e documentos sobre sua vida, como um retrato
falado.Visitação Terça a domingo das 8:30 as 11:50 e de 13:30 as 17:00.– tel.
3551.3282

• Museu da Casa Guignard: R. Conde de Bobadela, 110 -Tel: 3551-5155 3º a
domingo de 12:00 às 18:00, Tel.: (31) 3551-5155


• Museu da Inconfidência: Construção iniciada em 1784, pela Câmara
Municipal, durante o governo de Luís Cunha Menezes. As obras foram
interrompidas várias vezes, de modo que o prédio só ficou pronto em 1846.
Serviu de paço municipal e cadeia. Em 1944, foi inaugurado o Museu, cujo acervo
reúne documentos e objetos que evocam a Inconfidência Mineira e obras diversas
do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Lá repousam os despojos
dos inconfidentes. O Museu possui ainda um auditório anexo e a Sala Manuel de
Ataíde, para exposições temporárias. Pça. Tiradentes, 139 Tel: 3551-5233 -3a a
dom de 12h às 18:00h. Tel.: 3551-1121/5233

• Museu das Reduções: Reduções de vários pontos turísticos do
Brasil.Distrito de Amarantina – Tel. 3553-5182. 4° a 2° de 9hs às 17h:30m. www.museudasreducoes.com.br

• Museu de Arte Sacra: Localiza-se na Igreja Matriz de Nossa Senhora do
Pilar. Fica na cripta da igreja, que é um espaço sob a sacristia, encontrado
durante a última reforma do monumento e onde, acredita-se, que funcionava uma
mina de ouro. Os visitantes têm acesso não só às peças, mas à informações sobre
o contexto histórico As peças estão dispostas em uma sala, em vitrines com
legendas em português.

• Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas: Pça. Tiradentes, 20 –
3ª a dom. de 12h às 17h. – Tel: 3559-3118/3559-3119 - Setores Astronomia,
Desenho e Topografia: abertos aos sábados, das 20h30 às 23h.

• Museu do Oratório: Reúne oratórios em diversos estilos, simbolizando
um pouco da cultura da sociedade mineira. Antiga Casa do Noviciado - Igreja Nsª
Srª do Carmo - diariamente de 9h30 às 11h50 e das 13h30 às 17h30 - R.
Brigadeiro Musqueira – Tel: 3551-5369 www.oratorio.com.br

• Observatório Astronômico da Escola de Minas: Anexo ao Museu de
Astronomia da Escola de Minas. Foi construído em 1911. Entrada paga. Visitas
devem ser marcadas.

• Ponte Antônio Dias: Também conhecida por "dos Suspiros" ou
"Marília". Data de 1755 e recebe este nome porque uniu o amor entre
duas pessoas. Nela Tomás Antônio Gonzaga eternizou sua paixão avassaladora por
Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, relatada nas Liras como Marília de Dirceu.
Tomás era Dirceu em seu amor proibido, depois de descoberto seu envolvimento
com a Inconfidência Mineira. Única ponte em estilo romano de Ouro Preto, com
seu formoso mirante.

• Ponte do Falcão: Construção de pedras, provavelmente do séc. XVIII,
localizada na estrada para Ouro Branco e próxima ao trevo de entrada para o
distrito de Lavras Novas.

• Ponte do Pilar: Sobre ela passa a rua do Pilar, dando acesso ao Ludo
Museu. Próxima à matriz N. Sra. do Pilar. Construída por ordem do Senado de
Vila Rica. Corta o córrego Ouro Preto ou do Xavier.

• Ponte dos Contos: É de 1744 e recebe este nome por estar ao lado da
Casa dos Contos, na rua São José. Foi construída em pedra e seu desenho veio de
Lisboa.


• Ponte Seca: Tem esse nome porque o riacho que passava por ela foi
canalizado. Ainda é possível distinguir os arcos, que foram preenchidos com
pedras. Próxima a ela está a casa onde provavelmente morou a amante de
Tiradentes.


• Praça Tiradentes: Praça central de Ouro Preto, palco de vários eventos
culturais e políticos.

Nela encontram-se o Museu da Inconfidência (antiga Casa de Câmara e Cadeia) e o
Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas.

• Teatro Municipal (Casa da Ópera): O mais antigo teatro em
funcionamento em toda a América Latina e o primeiro do Brasil. Erguido por João
de Souza Lisboa e inaugurado em 1770. Palco privilegiado da forte teatralidade
barroca mineira, onde a emergente sociedade setecentista ostentava todo o luxo
e a pompa proporcionados pelo ouro. Possui 350 lugares. Rua Brigadeiro
Musqueira s/n. R. Brigadeiro Musqueira-Tel: 3559-3224 aberto de 12h às 18h.

• Trem Turístico Ouro Preto – Mariana: O Trem da Vale funciona às
sextas, sábados, domingos e feriados. Saídas: Mariana: 9h e 14h30 Ouro Preto:
11h e 16h30. Crianças de 0 a 5 anos que viajam no colo não pagam. -Crianças de
06 a 10 anos pagam meia-entrada. -Passageiros acima de 65 anos pagam
meia-entrada. -Não há descontos especiais para estudantes. Contatos para
informações: Bilheteria Mariana 55 31 3557.3844 (quarta a domingo) Bilheteria
Ouro Preto 55 31 3551.6211 (quarta a domingo). www.tremdavale.com.br